
Vejo o cimento avermelhado do piso da sala
E nesta sala quatro portas e quatro janelas
Cor amarela combinado com retrato antigo
E pouco artigo de mobília se avista nela
Uma janela abre as asas por cima dum cofre
Atrás do cofre inclinado: rifle e mosquetão
Um birozão de escritório, uma banca de rádio
E junto ao rádio uma cadeira balança no chão.
Esta é a visão daqui de cima que meu olho expande
Eu, cumeeira de aroeira desta casa grande.
4 comentários:
ferias super produtivas heinnn !
ateh dia 21 ?!?!??!
: )
desenha bm dmais mas naum vou ficar falando pra vc naum se gabar tantooo!
;*
Mickeyyy...
tu eh foda, preguinhu!
=***
ei ei... cade o meu desenhooo =(
absurdo isso. =/
xerooooo...! =*** eh hoje, eh hoje!
hauhauhaua
Adorei este post, muito fiel à uma sala nordestina, destacando a religiosidade interiorana e os poucos móveis num chãode cimento queimado.
O poema é maravilhoso a cada estrofe lida me encanto mais.
Parabéns pela idéia de postá-los e pelas ilustrações também!
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