quinta-feira, 10 de janeiro de 2008



Vejo o cimento avermelhado do piso da sala
E nesta sala quatro portas e quatro janelas
Cor amarela combinado com retrato antigo
E pouco artigo de mobília se avista nela
Uma janela abre as asas por cima dum cofre
Atrás do cofre inclinado: rifle e mosquetão
Um birozão de escritório, uma banca de rádio
E junto ao rádio uma cadeira balança no chão.

Esta é a visão daqui de cima que meu olho expande
Eu, cumeeira de aroeira desta casa grande.

4 comentários:

mel disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
mel disse...

ferias super produtivas heinnn !


ateh dia 21 ?!?!??!


: )


desenha bm dmais mas naum vou ficar falando pra vc naum se gabar tantooo!


;*

Hatusa isabela disse...

Mickeyyy...
tu eh foda, preguinhu!
=***
ei ei... cade o meu desenhooo =(
absurdo isso. =/

xerooooo...! =*** eh hoje, eh hoje!
hauhauhaua

Patrícia de Medeiros disse...

Adorei este post, muito fiel à uma sala nordestina, destacando a religiosidade interiorana e os poucos móveis num chãode cimento queimado.

O poema é maravilhoso a cada estrofe lida me encanto mais.

Parabéns pela idéia de postá-los e pelas ilustrações também!

 
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