
A doce brisa que me acariciava
aos poucos se transformava
num forte e frio vendaval
O céu que límpido me iluminava
aos poucos se transformava
numa obscura e tempestuosa abóboda celestial
O verde que me rodeava
ao vendaval ia cedendo
e o clima de medo
aos poucos me envolvendo
De repente um grande ruído
meus ouvidos se ensurdeceram
era um barulho jamais ouvido
que juntando-se ao clima totalmente inóspito
me despertaram um curiosidade
que aos poucos movia meu corpo
e excitava minha mocidade
Movimentos rápidos e repentinos
movidos apenas pelo instinto
me levaram ao alto da colina
pelo instinto curioso-faminto...
Então, na beira do abismo
Com os ouvidos ensurdecidos
Avistei a origem dos ruídos
Gigantescas e amedrontadoras
Numa cena completamente surreal
Vi voar nos céus, as grandes nadadoras
Totalmente petrificado
Curioso e amedrontado
Eu as vi flutuar no azul celestial
Pesada, leves, numa dança sem igual
Subiam aos ares duas imensas baleias
Será tudo um sonho,
Ou há nisso tudo um pouco de real?
aos poucos se transformava
num forte e frio vendaval
O céu que límpido me iluminava
aos poucos se transformava
numa obscura e tempestuosa abóboda celestial
O verde que me rodeava
ao vendaval ia cedendo
e o clima de medo
aos poucos me envolvendo
De repente um grande ruído
meus ouvidos se ensurdeceram
era um barulho jamais ouvido
que juntando-se ao clima totalmente inóspito
me despertaram um curiosidade
que aos poucos movia meu corpo
e excitava minha mocidade
Movimentos rápidos e repentinos
movidos apenas pelo instinto
me levaram ao alto da colina
pelo instinto curioso-faminto...
Então, na beira do abismo
Com os ouvidos ensurdecidos
Avistei a origem dos ruídos
Gigantescas e amedrontadoras
Numa cena completamente surreal
Vi voar nos céus, as grandes nadadoras
Totalmente petrificado
Curioso e amedrontado
Eu as vi flutuar no azul celestial
Pesada, leves, numa dança sem igual
Subiam aos ares duas imensas baleias
Será tudo um sonho,
Ou há nisso tudo um pouco de real?
Patrícia de Medeiros
9 comentários:
Não posso comentar o poema,mas o desenho...
Adorei, está umpouco diferente do original, mas nesse a baleia causa muito mais medo que no anterior...e o sertão como paisagem ficou encantador...eu não teria pensado em nadamelhor para compor o poema.
Agradeço e parabenizo-o
Surreal o desenho, se fosse mais colorido eu diria psicodélico até. :)
Paz
Eu ja posso comentar o poema, ficou muito bom, de primeira, já sobre o desenho eu comento também, hehehe, ficou massa, me lembrei do surrealismo, não sei nem se caba, mas me veio a razão, ou a falta dela e falei, hehehe.
Ficou bom, dá aquela idéia do sertão que vai virar mar, ou que já fou mar.
Ótimos o poema e a ilustração.
Como diria meu amigo Glauber Rocha:
"O sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão."
Eu nem sabia que tu tinha esse blog, descobri pelo de Patrícia.
Como eu já havia dito lá no dela, o poema tá tão bem ilustrado que parece que foi vivenciado. Danado, esse menino! Huehehehehhe!
Quem sabe esses dias eu não ganho uma ilustração pra o meu blog? Huhehehehe!!
Abração!
Sonho ou Realidade? duas palavras que estao sempre em contradição nas nossas vidas
belo o poema Patricia belo tens jeito pra coisa já o desenhista num vou nem falar sou suspeita pra falar neh tu sabes que te adimido muito neh moço michel em tudo que fazes
xeruuu
Eae rapá =]
blogueiro mesmo hein...e com um troço bem legal! hehehe eu ainda tenho aqueles desenhos que elaboramos no primeiro período. um dia escaneio ou bato foto e te mando. abração!
Mto massa o desenho(como sempre)!!!!!
Preguiça de ler o poema...
genial mickey...!
muito bom mesmo..
e patricia, parabens pelo poema!
=D
=****
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