domingo, 2 de setembro de 2007

Diadorim

Deixei esse desenho numa resoloção melhor p o rosto dela ficar visível. Ela reage como animal, as mãos em posição de defesa com um ombro escondendo metade do rosto. Na outra mão ,que segura o facão, o antebraço está ligeiramente torcido para aumentar a força do golpe. Os pés sujos na lama e uma perna alta que da ainda mais força ao movimento. Repare bem na expressão de medo e raiva da persongem, ela tem medo q descubram seu segredo e raiva pq precisa matar.

2 comentários:

Michel Carlos disse...

Depois daquela bala de raspão ficou difícil aparecer pra receber os cuidados dos companheiros. Diadorim se esconde numa vereda próxima e decide ficar la até a ferida sarar. Tira a roupa cheia de sangue, pisa na lama do alagado mas deixa um facão perto, tem muito bixo na noite.
Ela escuta um balançar de capim, mas parecia tanto com o vento...
ela continua a banhar seu corpo na agua meio lamacenta mesmo, o sangue atrai tudo...
ela escuta de novo o barulho. Dessa vez olha. Muito rapido uma sombra avança em sua direção. Se fosse alguem? Ninguem podia descobrir que diadorim era uma mulher no meio da jagunçada! Ela pega o facão e tenta esconder o rosto com o ombro, com o corpo nú era impossível que alguem não notasse q era uma mulher. um golpe forte divide a carne na escuridão do mato. Um gemido que parece brotado de um inferno corta a noite. Diadorim mata uma onça. Um alivio de não ser um companheiro seu. Se fosse riobaldo, ela morria junto. Ela guarda rapido a carne antes que o sangue dele avise o resto das fera.

Michel Carlos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
 
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